domingo, 3 de novembro de 2013

VERTENTES E DESVIOS

Tenho visto tanta coisa no meio jornalístico de negativo, que não quero ser injusto ou opinativo em demasia, nem um crítico mal entendido de atitudes de colegas e futuros colegas. Temos de ser imparciais certo? Acontece que no Brasil, assim como em outros países e isso é fato, a ética e a moral ja foram pra debaixo do tapete faz tempo. Acompanhar as modernidades tecnológicas e as mudanças que criaram um novo mercado de consumo de informação , não significa pra mim ,ter de ser um adepto das inversões de valores. Por sermos empregados como qualquer outro, somos suscetíveis na grande maioria das vezes por necessidade em estar no mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente, a fazer o que os " chefes " mandam, mesmo que o sensacionalismo beire o ridículo, as mentiras sejam quase verdades impostas , e as vendas sejam o foco e não a objetividade da informação verdadeira e factual. Um monte de gente desqualificada que mal sabe se expressar verbalmente e que suas redações são de péssimas colocações e ordenamentos gramaticais. Pessoas sem criatividade ou " dom " que estão simplesmente contratadas por facilidades e conveniências e por " baixo custo ". Contratadas por favores ou indicações. Outras ainda que , sequer gostam do que fazem. Claro que tenho a ciência de que ninguém é perfeito,e que existem excelentes profissionais no mercado e em formação, mesmo porque, a continuidade do descontrole vem de cima , e a culpa não é de quem espera melhorar e sim dos que corrompem o que é certo. Com isso a qualidade da informação em nosso país esta em queda e é bom observar isso!! Vender, vender, vender!!! É só o que se pensa. Algumas coisas tem de ser preservadas sim, no que tange as comunicações e mais.... O conservadorismo tem de ser preservado sim no âmbito das transmissões de comunicação e todas as suas vertentes!! Informar não é brincadeirinha de roda e muito menos colocar verdades em berlindas por vender ou não ou "se vender ou não" . Me orgulho do que faço e estou proposto a me formar. Amo poder informar. Adoro rádio, impressos e a televisão brasileira. Eu leio por gosto, a anos , e é vício, sendo um dos poucos que tenho. Minha vida é agregar a meus conhecimentos devorando letras. Estou escrevendo um livro e minhas críticas e opinativos apesar de não agradarem a muitos agradam a mim e minhas convicções ,e isso me basta. Não tenho " rabo preso ou dívidas ". Hoje a bem da verdade, prefiro ser chamado de comunicador social. Comunicador por todos os motivos que me atraem. E social, porque a coletividade merece,. mesmo que em uma pequena parcela de consumidores , vivenciar uma informação de histórico verídico e não questionável, onde possam fundamentar suas opiniões sem medo de estarem repassando meias verdades ou valores contrários ao que acreditam.

Posso até estar decretando meu isolamento ao mercado formal de trabalho ,ou a atenção de possíveis colegas e mais possíveis ainda ,amigos. Mais não poderia viver com isso. De ser apontado na rua como se tivesse um preço.

Marcos Carpenter Carneiro 20/10/2013

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