Algumas posturas deveriam ser mudadas no que se referem as maneiras de como se conduzem o ensino superior na graduação de comunicólogos ou outros em questão. Determinados professores aproveitando-se ou não, de situações ,ainda tentam,mediante desgastes notórios e frequentes,se popularizarem e se auto rotularem os " mestres da comunicação ", inclusive com ameaças e imposições de seus métodos completamente fora do contexto acadêmico, no que a meu ver, não é exemplo a ninguém. Inclusive situações de cunho danoso a moral.
Como futuros profissionais da área, e do setor, convoco a todos que nos manifestemos no que tange a acontecimentos semelhantes e por uma revisão ética do abordado. Não é possível que alguns professores deliberadamente digam a que todos ouçam, que o seu nome estando em evidência(ou não) na mídia como referência,(ou seja em que curso for),sejamos obrigados a manter padrões pessoais impostos, como se ja fossemos "profissionais tarimbados" no que ainda buscamos formação. Pressuponho que se estamos em formação, o que temos que apresentar de positivo ,sejam no âmbito dos conhecimentos gerais da comunicação (AVS), e trabalhos., nos sejam sim, cobrados os acertos dentro de um padrão metodológico de ensino, e não no que o professor " queira " , nos impondo regras e situações fora de contextos, inclusive com punições, falta de reconhecimento as aplicações, Ironias, descaso em relação a conteúdo repassados e revisões, constrangimento, dentre outras coisas que não deveríamos temer em nos manifestar.
Cito também a questão corporativista que ronda pelos corredores, onde nos é alertado que não nos manifestemos ,pois de nada adiantaria, e que no " final das contas " quem perderia seríamos nós , os manifestantes do direito. Isso pra mim, configura ameaça, e se provarmos, nos seria uma vitória a bem de se exigir mudanças no que acredito, sinceramente todos querem. Atenção também aos " defensores " de seus interesses pessoais, atrelados a esses profissionais que não estão correspondendo. São aliados a eles e não nos são amigos como pensamos.
Aprendemos que como comunicólogos temos de ser éticos e imparciais.
Aprendemos que todas as formas de " ditaduras ", sejam banidas,assim como preconceito, antipatias pessoais,e indiferenças as diferenças.
Aprendemos que todo o esforço deva ser reconhecido e que uma derrota não seja motivo pra desistência.
Aprendemos que a verdade não só tem de ser dita, mais também assumida por quem erra. Inclusive por esses professores que não admitem culpa e jogam sempre a mesma nas costas dos alunos garantindo-se em respaldo de coordenação que não se propõe a sequer ouvir os alunos já os pré-julgando componentes de " panelinhas ". Panelinhas??? Muitos como eu, ja são pessoas maduras, pais de famílias, trabalhadores que por muitas vezes cansados, ainda tem de ouvir do professor , que você esta no lugar errado e que não é ou seria um bom profissional , e que seu trabalho exposto, não é o que ironicamente se previa. Já passei por vários constrangimentos nesse sentido e todos se calam garantindo a permanência da situação.
A ironia não se encontra quando questionada(o), o professor em seu erro e em não admiti-lo dizer : "...me processem, mais depois aguentem as consequências. " ??
Não estaria em dizer: "... não sei porque dou aulas ainda nesta faculdade.. " ??
Ja diz um ditado popular de quem cala consente. E eu não vou me calar e espero não estar só., nem que isso chegue aos limites e tramites legais.
Uma hora alguém perde o medo e atenta a sensatez. Não quero ter que admitir uma inversão de valores os quais a anos acredito em função de coisas e fatos que tenho visto, ouvido e presenciado em sala de aula, nas áreas livres e em " rodinhas " de colegas universitários das várias vertentes acadêmicas.
Qual o peso de nossa palavra ?
Estaríamos toda uma coletividade de opiniões e relatos equivocados e alguns pseudo- donos da verdade certos?
Que não se defenda a falta de respeito aos mestres e suas características pessoais e nem alunos que também não são nenhum exemplo de moralidade , ética ,e comprometimento.
Defenda-se sim, uma convivência pacífica e sensata entre alunos e professores, dentro dos padrões básicos exigidos. Um respeito mútuo onde não exista espaço para vaidades pessoais e imposições de pontos de vistas políticos,ideológicos e de classes. Somos todos diferentes em quase todas as coisas e isso deve ser respeitado.
Não devemos confundir a ambição de sermos melhores profissionalmente , com o achar normal, soberbamente, atropelar os outros custe o que custar. Não quero e não repasso esse exemplo a minha filha. Isso é de atitude mesquinha e antiprofissional.
Não quero ouvir em sala que onde moro é um lugar horrível, que minha situação de classe é lamentável , que meus trabalhos acadêmicos são um lixo ( e não o são)e que não merecem nem um pequeno valor agregado de reconhecimento por ter sido feito tão simplesmente em outro formato.
Não admito que meu nome seja atrelado a comparações infelizes que me causem transtornos e constrangimentos.
Não admito ironicamente na frente de toda a turma, ser comparado a um Expert no assunto, quando estou ali para aprender., e isso vindo de um professor(a), é uma tragédia. E por ser dito pelo mesmo que tenho que me adequar a isso , pois faz parte de um ambiente acadêmico. Ora,se o ambiente acadêmico repassa isso aos futuros profissionais em formação, infelizmente viveremos em um país de consolidação das impunidades, preconceitos, racismos e autoritarismo mesclado a um abuso de poder por ser em intelecto supostamente superior a tudo e a todos no que em meus 44 anos de idade não foi o que aprendi.
Enfim, deixando claro que somos responsáveis por nossas trajetórias e histórias, que busquemos nossos direitos sim, em todos os sentidos e que tenhamos nossas posições e direitos respeitados.
Marcos Carpenter Carneiro 20/11/2013
Como futuros profissionais da área, e do setor, convoco a todos que nos manifestemos no que tange a acontecimentos semelhantes e por uma revisão ética do abordado. Não é possível que alguns professores deliberadamente digam a que todos ouçam, que o seu nome estando em evidência(ou não) na mídia como referência,(ou seja em que curso for),sejamos obrigados a manter padrões pessoais impostos, como se ja fossemos "profissionais tarimbados" no que ainda buscamos formação. Pressuponho que se estamos em formação, o que temos que apresentar de positivo ,sejam no âmbito dos conhecimentos gerais da comunicação (AVS), e trabalhos., nos sejam sim, cobrados os acertos dentro de um padrão metodológico de ensino, e não no que o professor " queira " , nos impondo regras e situações fora de contextos, inclusive com punições, falta de reconhecimento as aplicações, Ironias, descaso em relação a conteúdo repassados e revisões, constrangimento, dentre outras coisas que não deveríamos temer em nos manifestar.
Cito também a questão corporativista que ronda pelos corredores, onde nos é alertado que não nos manifestemos ,pois de nada adiantaria, e que no " final das contas " quem perderia seríamos nós , os manifestantes do direito. Isso pra mim, configura ameaça, e se provarmos, nos seria uma vitória a bem de se exigir mudanças no que acredito, sinceramente todos querem. Atenção também aos " defensores " de seus interesses pessoais, atrelados a esses profissionais que não estão correspondendo. São aliados a eles e não nos são amigos como pensamos.
Aprendemos que como comunicólogos temos de ser éticos e imparciais.
Aprendemos que todas as formas de " ditaduras ", sejam banidas,assim como preconceito, antipatias pessoais,e indiferenças as diferenças.
Aprendemos que todo o esforço deva ser reconhecido e que uma derrota não seja motivo pra desistência.
Aprendemos que a verdade não só tem de ser dita, mais também assumida por quem erra. Inclusive por esses professores que não admitem culpa e jogam sempre a mesma nas costas dos alunos garantindo-se em respaldo de coordenação que não se propõe a sequer ouvir os alunos já os pré-julgando componentes de " panelinhas ". Panelinhas??? Muitos como eu, ja são pessoas maduras, pais de famílias, trabalhadores que por muitas vezes cansados, ainda tem de ouvir do professor , que você esta no lugar errado e que não é ou seria um bom profissional , e que seu trabalho exposto, não é o que ironicamente se previa. Já passei por vários constrangimentos nesse sentido e todos se calam garantindo a permanência da situação.
A ironia não se encontra quando questionada(o), o professor em seu erro e em não admiti-lo dizer : "...me processem, mais depois aguentem as consequências. " ??
Não estaria em dizer: "... não sei porque dou aulas ainda nesta faculdade.. " ??
Ja diz um ditado popular de quem cala consente. E eu não vou me calar e espero não estar só., nem que isso chegue aos limites e tramites legais.
Uma hora alguém perde o medo e atenta a sensatez. Não quero ter que admitir uma inversão de valores os quais a anos acredito em função de coisas e fatos que tenho visto, ouvido e presenciado em sala de aula, nas áreas livres e em " rodinhas " de colegas universitários das várias vertentes acadêmicas.
Qual o peso de nossa palavra ?
Estaríamos toda uma coletividade de opiniões e relatos equivocados e alguns pseudo- donos da verdade certos?
Que não se defenda a falta de respeito aos mestres e suas características pessoais e nem alunos que também não são nenhum exemplo de moralidade , ética ,e comprometimento.
Defenda-se sim, uma convivência pacífica e sensata entre alunos e professores, dentro dos padrões básicos exigidos. Um respeito mútuo onde não exista espaço para vaidades pessoais e imposições de pontos de vistas políticos,ideológicos e de classes. Somos todos diferentes em quase todas as coisas e isso deve ser respeitado.
Não devemos confundir a ambição de sermos melhores profissionalmente , com o achar normal, soberbamente, atropelar os outros custe o que custar. Não quero e não repasso esse exemplo a minha filha. Isso é de atitude mesquinha e antiprofissional.
Não quero ouvir em sala que onde moro é um lugar horrível, que minha situação de classe é lamentável , que meus trabalhos acadêmicos são um lixo ( e não o são)e que não merecem nem um pequeno valor agregado de reconhecimento por ter sido feito tão simplesmente em outro formato.
Não admito que meu nome seja atrelado a comparações infelizes que me causem transtornos e constrangimentos.
Não admito ironicamente na frente de toda a turma, ser comparado a um Expert no assunto, quando estou ali para aprender., e isso vindo de um professor(a), é uma tragédia. E por ser dito pelo mesmo que tenho que me adequar a isso , pois faz parte de um ambiente acadêmico. Ora,se o ambiente acadêmico repassa isso aos futuros profissionais em formação, infelizmente viveremos em um país de consolidação das impunidades, preconceitos, racismos e autoritarismo mesclado a um abuso de poder por ser em intelecto supostamente superior a tudo e a todos no que em meus 44 anos de idade não foi o que aprendi.
Enfim, deixando claro que somos responsáveis por nossas trajetórias e histórias, que busquemos nossos direitos sim, em todos os sentidos e que tenhamos nossas posições e direitos respeitados.
Marcos Carpenter Carneiro 20/11/2013