Eu desisto.
Desisto de acreditar e de protestar. De tentar fazerem ver .
Me entrego sem hesitação. E que tudo , a todos , esteja no subjetivo, entenda quem quiser. Sou apenas um dentre milhões que viveram um melhor e acreditou no alem disso.
Observo atualmente uma total inversão de todos os valores os quais aprendi como certos nos idos das décadas de 60 e 70. Onde a liberdade ordenada era sinônimo de paz e convivências pacíficas ,entre classes e sobre o que se pensava e tínhamos, com exceção das ideologias que prometiam mais justiça e que hoje vemos , que não seria , ou é bem assim.
Vejo o retorno como uma onda impiedosa de revanchismos e rancores maquiados de "democracia", de um sistema falido de cooperações e corporativismos que ainda mantem uma pequena chama que se alastra como um carcinoma maligno.
Sinto pena de nosso povo enganado com cestas e bolsas alem de promessas. Um verdadeiro escambo a moda antiga ,onde a troca por interesses se torna uma negociação viável e inescrupulosamente covarde ,dado o caráter da intenção maliciosa da assistência vigiada. Ou não é assim?
Sinto vergonha quando meu país é exposto, como emergente, quando na realidade , todos sabem de suas indecências administrativas. E falo de povos e continentes, sociedades e ditaduras.
Não se tapa a claridade do sol com peneiras. Não é possível jogar "lixo " para debaixo do tapete, sem que um dia alguém preocupado com a limpeza,perceba a tentativa de encobrir a sujeira.
Eu sonhava com um país livre, ordenado , seguro, saudável e onde promessas se fizessem práticas e eficientemente funcionais.
Imaginava em que simplesmente tivéssemos de tudo um pouco, porem que esse mesmo se fizesse ter, ser usado ou compartilhado de forma agradável e satisfatória.
Desejava me orgulhar de uma pátria ja firmada e não de uma tentativa frustrada de ser uma nação reconstruída de escombros e alicerces não confiáveis fundamentados em objetivos políticos de dinossauros e múmias que retornaram a vida ,em uma anistia precipitada dada aos que hoje arrasam o nosso pais.
Eu desisto.
Os fatos,o retorno da inflação,obras inacabadas,desvios de conduta e divisas, a corrupção defendida por quem deveria dete-la, a violência descabida, a segurança e leis falidas, saúde em coma, instituições em crise e não valorizadas e um prenuncio jamais visto de tragédias pré-ditas estão por vir e não ha como fujir.
Anunciam e defendem o voto como saída e mudanças. Saída de que?
Sair de uma cova e cair em outra? Acordar? O pesadelo esta institucionalizado. O poder esta na mão do povo, porem dele não emanam decências e muito menos esperanças.
Eu desisto e me calo. Talvez meu silêncio seja melhor compreendido.
Esqueçam!!! O Brasil como esta e sem previsão factual de mudança vai de mal a pior.
Acredite no que quiser acreditar.
Mentir pra sí mesmo será sempre a pior mentira.
Só colhemos o que plantamos.
Suor ,sangue e lágrimas fizeram parte de nossa história sim.
Hoje vivemos cabisbaixos de vergonha,ócio financiado e um sorriso falso promovido por eventos faraônicos a nos calar as realidades.
Quando o " gigante acordar " e se olhar no espelho, verá que na realidade não é tão gigante, e que o adjetivo "anão doente" seria-lhe muito mais adequado.
Eu desisto.....
Marcos Carpenter carneiro 12/03/2014
Desisto de acreditar e de protestar. De tentar fazerem ver .
Me entrego sem hesitação. E que tudo , a todos , esteja no subjetivo, entenda quem quiser. Sou apenas um dentre milhões que viveram um melhor e acreditou no alem disso.
Observo atualmente uma total inversão de todos os valores os quais aprendi como certos nos idos das décadas de 60 e 70. Onde a liberdade ordenada era sinônimo de paz e convivências pacíficas ,entre classes e sobre o que se pensava e tínhamos, com exceção das ideologias que prometiam mais justiça e que hoje vemos , que não seria , ou é bem assim.
Vejo o retorno como uma onda impiedosa de revanchismos e rancores maquiados de "democracia", de um sistema falido de cooperações e corporativismos que ainda mantem uma pequena chama que se alastra como um carcinoma maligno.
Sinto pena de nosso povo enganado com cestas e bolsas alem de promessas. Um verdadeiro escambo a moda antiga ,onde a troca por interesses se torna uma negociação viável e inescrupulosamente covarde ,dado o caráter da intenção maliciosa da assistência vigiada. Ou não é assim?
Sinto vergonha quando meu país é exposto, como emergente, quando na realidade , todos sabem de suas indecências administrativas. E falo de povos e continentes, sociedades e ditaduras.
Não se tapa a claridade do sol com peneiras. Não é possível jogar "lixo " para debaixo do tapete, sem que um dia alguém preocupado com a limpeza,perceba a tentativa de encobrir a sujeira.
Eu sonhava com um país livre, ordenado , seguro, saudável e onde promessas se fizessem práticas e eficientemente funcionais.
Imaginava em que simplesmente tivéssemos de tudo um pouco, porem que esse mesmo se fizesse ter, ser usado ou compartilhado de forma agradável e satisfatória.
Desejava me orgulhar de uma pátria ja firmada e não de uma tentativa frustrada de ser uma nação reconstruída de escombros e alicerces não confiáveis fundamentados em objetivos políticos de dinossauros e múmias que retornaram a vida ,em uma anistia precipitada dada aos que hoje arrasam o nosso pais.
Eu desisto.
Os fatos,o retorno da inflação,obras inacabadas,desvios de conduta e divisas, a corrupção defendida por quem deveria dete-la, a violência descabida, a segurança e leis falidas, saúde em coma, instituições em crise e não valorizadas e um prenuncio jamais visto de tragédias pré-ditas estão por vir e não ha como fujir.
Anunciam e defendem o voto como saída e mudanças. Saída de que?
Sair de uma cova e cair em outra? Acordar? O pesadelo esta institucionalizado. O poder esta na mão do povo, porem dele não emanam decências e muito menos esperanças.
Eu desisto e me calo. Talvez meu silêncio seja melhor compreendido.
Esqueçam!!! O Brasil como esta e sem previsão factual de mudança vai de mal a pior.
Acredite no que quiser acreditar.
Mentir pra sí mesmo será sempre a pior mentira.
Só colhemos o que plantamos.
Suor ,sangue e lágrimas fizeram parte de nossa história sim.
Hoje vivemos cabisbaixos de vergonha,ócio financiado e um sorriso falso promovido por eventos faraônicos a nos calar as realidades.
Quando o " gigante acordar " e se olhar no espelho, verá que na realidade não é tão gigante, e que o adjetivo "anão doente" seria-lhe muito mais adequado.
Eu desisto.....
Marcos Carpenter carneiro 12/03/2014
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